Os leitores mais atentos desse RSJ têm notado que há alguns dias esse rabiscador tem desacelerado o ritmo das postagens.
Pois é... Agora chegou a hora de tentar explicar.
Em uma consulta de rotina com uma endocrinologista fui recomendado a fazer exame com uma radiologista, que recomendou aprofundar exame com um urologista.
O urologista, após ver a ultrassonografia feita pela radiologista, recomendou fazer uma tomografia computadorizada no abdome.
Após receber a tomografia voltei ao urologista e, ao ver a imagem, o diagnóstico dele foi que existe um nódulo grande no rim. Pela experiência do urologista existe uma grande possibilidade de ser maligno. A biopsia vai confirmar ou não.
O primeiro passo é fazer uma cirurgia para a retirada desse rim, que no linguajar médico se chama nefrectomia radical.
Já fiz o risco cirúrgico para, nessa segunda-feira, retornar ao urologista para que ele solicite a realização da cirurgia e seja encaminhada ao plano de saúde.
Tem uma frase nesse risco cirúrgico que me deixou um pouco aliviado: ‘Baixo risco cirúrgico ao procedimento proposto’.
Nesse episódio falei apenas da questão médica. No próximo vou falar sobre a questão emocional ao receber uma notícia como essa.
Confesso que fazer esses relatos foi a ‘terapia’ que encontrei para amenizar as incertezas que vem à cabeça quando se recebe um pré-diagnóstico que vai, de repente, modificar seu estilo de vida. Serão muitas horas para marcar, realizar e receber exames. Serão vários retornos a médicos...
Vai ser preciso, inicialmente, equilibrar o tempo, refazer a rota de vida e analisar as prioridades. No momento o que é importante ou necessário?
Assim é a vida... Vamos em frente.
- maio 31, 2026
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